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sexta-feira, maio 01, 2009

Ao caçula, meu irmão

Tenho a memória viva
do ser pequenino de então,
que me olhava,me pedia atenção,
querendo de mim,
o sorriso, o afecto,
as cantigas de menino,
que eu cantava com emoção.
Atento, fixava-me,
à espera da minha reacção.
E eu, extasiada,
embalava-o numa canção.
Alerta, renovava o carinho,
sentia-me mais amada.
E, à medida que crescia,
em mim, engrandecia,
e, no amor, no carinho,
mantenho-te vivo, meu irmão,
no homem que és,
no ser presente,
nesta afeição,nesta nossa união!
Manana (assim me chamavas)

6 comentários:

maria eduarda disse...

Armando Soares disse...

...E de criança me fiz homem.
E ainda hoje guardo com carinho as memórias de quem me embalava e me adormeceu tantas vezes.

Uma irmã com a qual muito me identifico, que muito admiro e que sei bem me ama tanto quanto eu a ela.

Juntos. Também nós para sempre.
Beijos, escreves lindamente como já te havia dito.

3 de Março de 2009 2:27

EMD disse...

São bonitas as palavras. É lindo o sentimento que vos une. E os dois são belos por assim o declararem mutuamente.

maria eduarda disse...

E tu Elsa, és uma pessoa muito querida!

Anabela Magalhães disse...

E eu cheguei agora e fiquei comovida com as palavras trocadas.
Beijinhos e continuai assim.

maria eduarda disse...

E tu Anabela, outra pessoa mui sensível!
E a vida é bela! E é tão bom sermos amados!

Bea disse...

Olá...
será pedir muito para responder ao meu desfio?
bjs