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sábado, julho 10, 2010

O QUE ME FAZ SENTIR BEM...

O que me faz sentir bem... a música e a cor,
A escrita, o estudo, o desenho e o “poeta-pintor”,
O sol quente na pele, um livro policial a estrear,
A liberdade de escolher o que vestir e o que usar,
Fernando Pessoa e os todos os filmes de acção,
Escrever o que quero sem objectivo e sem obrigação,
Esquecer que as horas existem e que o tempo passa
Estar confortável e ver a chuva através da vidraça,
Beber água fresca numa serra interminável
Gozar a sombra no calor de um dia inigualável,
Passar os meus conhecimentos para o futuro
E marcar a minha passagem por mais que seja duro,
Fazer rir, porque a alegria é contagiante,
Apoiar o destino da vida e fazer seguir em frente...

Olvidar a pessoa por detrás dos sentimentos
E respirar somente a força de todos os momentos...

Sónia Pedro

6 comentários:

Sofia disse...

Há tantas coisas que me fazem sentir bem e uma delas és tu, minha linda. Poema simples e lindo!
Bj

didium disse...

E afinal, se quisermos, é tão fácil saber ser feliz!
Bjs

solange disse...

Adorei!
Que ricas e queridas colegas vcs são.
É tão agradável ler-vos!!!
Ser feliz parece tão fácil, é verdade. Mas tb é preciso que, para além d nós, n surjam "forças" a desviar-nos do essencial da vida.
Beijocas!

Em@ disse...

1º quero começar por dizer, à Sofia que, apesar de nunca ter comentado nenhum dos seus poemas os leio e gosto quase sempre.
...
e porque é que sabendo nós, tudo aquilo que nos faz sentir bem, mesmo tendo-o, nos sentimos mal? questão bio-química? mau feitio?
há altura que me apetece bater me mim própria....argh!
...

beijinhos

G. Ludovice disse...

Diria, lembrar a pessoa por detrás de si própria, uma vez que o que vemos é muito menos do que ela, para nós vesgos por tradição e para ela mesma que não sabe verdadeiramente quem é.

G. Ludovice disse...

O que nos faz sentir bem... torna-se, parece impossível, qd precisamos de sofrer, porque talvez a dor tenha uma cor mais intensa e dê esse tom de real ou porque simplesmente nos esquecemos de acreditar e assim vilependiamos
o nosso ser impondo-lhe limites...