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quinta-feira, outubro 22, 2009

A minha raiz


Atravesso a vida

assim, como navegante

em águas revoltas,

ou águas serenas.

E remo, sempre,

braço condizente

com a vontade aliciante

de, na água que flui,

me rever nela,

e concluir

que no meu reflexo,

sou o que sempre fui!

maria eduarda

7 comentários:

  1. Que beleza! Continuo a identificar-me muito com a tua poesia!
    Beijinho

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  2. Ainda bem que assim é!
    Fico lisonjeada!
    Bjs

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  3. És tal e qual, como descreves!!!
    Desejo que navegues sempre em águas serenas, mas quando elas estiverem revoltas, faremos um esforço para continuar a navegar. Também sinto a profundidade da tua poesia, que em mim encontra eco.
    Obrigada por nos dares um pouco de ti e nos ajudares, ainda que com palavras. E que força têm as palavras!
    Bjo

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  4. Sol, também tu me dás força com as tuas palavras!

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  5. Sim, tenho raízes angolanas com "reflexo" naquilo que sou e "o que sempre fui".
    .
    Acredito que te tenhas comigo cruzado pelo blogue da Anabela na altura da primeira fase do meu blogue... a ver vamos esta segunda fase... de mansinho... de quando em vez...
    .
    Obrigado pela visita.
    .
    Carpe diem!

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  6. Um destes dias deixei um comentário que se deve ter perdido. Dizia qualquer coisa como LINDO!
    Querida Dudú, espero que as águas "vuelvan a su cauce" depressa, porque o braço e a vontade também se cansam. Não fossem as raízes...
    Muitos beijinhos e força

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  7. Obrigada também pela visita, Raul.

    Elsa, cá continuamos, sempre com muita força!
    Um beijinho para ti.

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