Tome-se um homem, Feito de nada, como nós,
E em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne,
Lentamente,
Duma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão,
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.
Reinaldo Ferreira
Há quanto tempo não lia este poema.
ResponderEliminarObrigada pelo recordatório
Olá! Voltei:-)
ResponderEliminarMelhor assim?
Gostava dos jindungos ;-)
Bjos