
Há dias assim,
cinzentos, vazios,
à espera de aceitação,
insistindo em entrar,
em teimosa persuasão.
Rejeito-os em mim,
tenho a teimosia do Sol,
a fluidez da música,
a prontidão do gesto,
o arremesso da palavra,
a certeza única
do sorriso manifesto.
maria eduarda
LINDOOOOO!
ResponderEliminarVou roubar, posso?
Podes minha querida. Por acaso hoje ia a tua casa perguntar por ti.
ResponderEliminarBeijocas
Retiro "espiritual", (nas nas dunas, nem sequer fora de casa), à procura de "renovação". Às vezes preciso do silêncio para me ouvir. Percebes?
ResponderEliminar"não nas dunas". Está-se a ver que ainda não recuperei.
ResponderEliminarPercebo perfeitamente.
ResponderEliminarFaço isso muitas vezes!
Este poema é sublime!
ResponderEliminarAmei! Vou já imprimir...
Beijos