É abrir horizontes,É beber em várias fontes,
É partilhar saberes,
É escutar vários seres,
É ultrapassar barreiras,
É multiplicar maneiras,
É gostar de receber,
É abrir-se ao perceber.
Como prosseguir a missão,
Como transmitir o prazer,
Como ocultar o desalento,
Como ultrapassar a questão?
Se quem dita no momento,
Não ouve a razão,
Não dignifica a profissão,
Não nos tira do tormento?
maria eduarda
Adorei o poema, a imagem, mas nos últimos versos ri-me sozinha, descaradamente!!!
ResponderEliminarOh Maria Eduarda, nada mais bem dito e escrito e sentido que estes teus versos.
Então em época de avaliações (a dos alunos), que tormento, que desalento. Como ultrapassar a questão?!
Eu sei, é fácil!!! Do 3 ao 5, n há muito por onde escolher:)
ResponderEliminarSolange Maria,
ResponderEliminarÉ o que eles querem... Já estamos saturadiiiiiiiiiinhas, não é amiga?
Excelente poesia que reflecte o nosso sentir! Gostei de te ler, Dudú!
ResponderEliminarBeijoca
Olha, Dudú, queria ter feito a minha estreia comentadeira, aqui neste teu cantinho, nos poemas que dedicaste à tua mãe e ao teu pai. Andei nesta indecisão, neste pudor de comentar sentimentos tão íntimos e tão fortes, que só alguns, como tu, conseguem passar à expressão máxima da poesia.
ResponderEliminarOutros houve que me tentaram, mas por isto e por aquilo, sobretudo pelo que já disse na casa da Anabela, acabei por não o fazer.
Disse e repito: acho que tens essa capacidade rara de colher o quotidiano e, de forma singela mas apurada, vertê-lo em verso. Tal como tinha o Cesário, de quem gosto tanto.
Acho que estava, sem saber, à espera deste texto. Ele espelha o que somos e sentimos.
Vou levá-lo.
Mas que desplante! Ainda mal cheguei e já estou a pedir emprestado.
Beijinhos de parabéns, alma de poeta.
Extensivos às outras donas do condomínio.
Oh Elsa,
ResponderEliminarFico muito contente com a tua presença por aqui.
Está à vontade.
E, como costumo dizer às minhas comparsas deste condomínio, há tanta gente a escrever bem...
Podes e deves comentar os textos dedicados aos meus pais. Com certeza comungas da mesma ternura que sinto por eles.
Um reparo ao último comentário. Queria eu dizer que a Elsa também sente, com toda a certeza, igual ternura pelos seus pais.
ResponderEliminarPercebeu-se, Dudú.
ResponderEliminarMas foi, precisamente também, por serem versos que ecoam cá dentro que não fui capaz de lhes acrescentar mais nada.
Quero só manifestar a minha alegria por saber que já há mais gente boa (e crítica) a apreciar os poemas da Didium.
ResponderEliminarEscrever assim, n é proeza de muitos, pelo que devemos incentivá-la a escrever mais. É tão bom ler, em palavras ricas de sentido, aquilo que também nós, tantas vezes, sentimos!!!
E,"au travail", que se faz tarde!
Beijocas às novas visitantes que são bem vindas, sempre!