Deliberadamente,pedi asilo ao sorriso,
quando olhaste para mim.
Lançaste o último dado
no jogo da sobrevivência
que em mim vês habitado.
Deliberadamente,
enviei-te a esperança,
como audaz perseverança
no salto do trampolim
a efectuar sem mim.
Deliberadamente,
indiquei-te um caminho
possível, plausível, viável,
onde por certo
encontrarás o sentido,
há muito, em ti desejável.
maria eduarda
Linda poesia, linda rapariga... és tu, Dudú?
ResponderEliminarSim, sou, fui...
ResponderEliminarÉs!!!
ResponderEliminarContinuas uma linda rapariga, com uns aninhos mais, mas sempre jovem.
Um poema, sem dúvida, lindíssimo. Queres dar-me umas aulas de escrita criativa???? :)
Em tudo bela...
ResponderEliminarSó mimos!
ResponderEliminarMimos da Anabela, colega que me conhece das nossas conversas pelo blog dela; da Sol, que está sempre a lisongear-me, e tu Gaby, que já conheço desde miúda.
Obrigada. Começarei a semana muito melhor, sem dúvida. Também vos digo a todas, que neste momento,preenchem-me os dias.
Bjo
Beijocas grandes nas tuas bochechinhas, daqui para aí...
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