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quarta-feira, maio 14, 2008

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale,
Mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol,
Sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que seja.

Pablo Neruda
(a foto é da Isaura)

2 comentários:

  1. Querida Mãe,

    Solange, para uns,
    Sô, para outros,
    Sol, para todos!

    Estrela, Luz, Anjo sem asas…
    Amiga, Mulher, Mãe e Avó, Professora, Lutadora, Guerreira, Irmã…

    Sê, Sempre!

    Obrigada pelo poema de Neruda que seleccionaste!

    Gostei muito, querida Sê!

    Beijinhos!!! Muitos!

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  2. É verdade, Sê, o diminutivo de casa.
    A Beinha (também Mélita) ora me tratava por Sê ora por Sô, também "Sunshine". E eu gostava que ela me continuasse a chamar qualquer coisa!!!
    A Sarita adoptou o Sô (da Beinha) e a tia Dé gosta de Sol.
    Para os sobrinhos Amauri, Gi, Turyma, Rommel e Rossana, serei sempre a tia Sê!!!
    Quando escolhi o poema do Neruda, nem sequer associei o título a esse facto. As palavras dele tocaram-me e nem tive tempo de escolher muito. Ainda bem que gostaste. As tuas palavras também me tocam, SEMPRE!!!

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